O desmonte da Educação a Distância
14/04/2026
“O desmonte silencioso” da EaD: mais um capítulo da “Pátria Educadora”?
Por Enilton Ferreira Rocha, mar. 2026.
Consultoria | Pesquisa, inovação. Palestrante. Consultor EaD e Educação Corporativa.
“A educação a distância não é perfeita. Nenhuma modalidade é. Mas destruí-la por decreto, ou por parecer, sem apresentar uma única evidência de que ela é inferior, sem ouvir os milhões que dela dependem e sem respeitar a própria legislação que a ampara, não é regulação. É arbítrio.” Lopes, Gabriel (março, 2026).
Ao ler o texto do corajoso @Gabriel Lopes - “O Desmonte Silencioso: Como o MEC Desnatura a EaD, Sacrifica Profissionais e Famílias e Submete o Futuro da Educação Brasileira ao Arbítrio de Conselheiros sem Mandato Popular”, alguns pontos e argumentos relevantes escancaram o movimento silencioso de destruição da educação a distância.
E há um agravante.
Isso ocorre de modo arbitrário, utilizando como verdade um parecer de um conselho notadamente e historicamente político-ideológico, sem o aval democrático do povo.
Muito desse desmonte também se deve ao estranho comportamento passivo, omisso e, de certo modo, conivente da maioria dos dirigentes de IES — especialmente das públicas — e de várias associações ligadas ao setor educacional brasileiro, tanto do ponto de vista acadêmico quanto das tecnologias educacionais.
Exigir residência no país onde o mestrando ou doutorando faz sua pesquisa no modo EaD é, no mínimo, uma atitude palaciana…
Com argumentos estranhos de membros alheios à realidade mundial e à própria opinião pública brasileira.
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