Arlette Azevedo de Paula Guibert


 

iretora Administrativa e Financeira da ABED.

Paulista, licenciada em Pedagogia pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras "Sedes Sapientiae" da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Pós graduada em "Comunicação Audiovisual" e Mestre em Educação pela Universidade de Indiana, EUA.

Lecionou Didática Geral na PUC-SP e em Escolas de Formação de Professores.

Integrou a equipe da Divisão Audiovisual do Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos - INEP em São Paulo, como responsável por Cursos de Especialistas em Recursos Audiovisuais para o Brasil e América Latina e outros programas de treinamento, no período de 1960 a 1970.

Responsável pela área de material didático da Fundação Centro Nacional de Aperfeiçoamento de Pessoal para a Formação Profissional - CENAFOR, de 1970 até 1975. A partir dessa data, a convite do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - SENAI/SP, organizou e coordenou o Serviço de Tecnologia Educacional e, posteriormente, as Divisões de Tecnologia Educacional e de Material Didático. Iniciou as atividades de educação a distância no SENAI/SP em 1979, em projeto de teleducação com a Fundação Padre Anchieta de Rádio e Televisão Educativas. Membro do Conselho Editorial do Telecurso 2000, coordenou a elaboração do material impresso e a assessoria prestada à produção dos programas de televisão do Telecurso Profissionalizante. Desde 2001 dirige "Guibert Assessoria em Educação S/C Ltda."

Desde abril de 2002 Esther coordena, em Porto Alegre, o projeto "O Prazer de ler e escrever de verdade", realizado pelas ONGs GEEMPA e THEMIS, com recursos do Ministério da Educação e que objetiva a alfabetização de 1000 mulheres em três meses. Por sua proposta inovadora, a realização do projeto está sendo especialmente acompanhada pela UNESCO e pelo UNICEF.

Embebida nesta trajetória, deu-se seu ingresso no Parlamento, tornando-se Deputada Federal pelo PT do Rio Grande do Sul, desde 1995, atuando prioritariamente na área da sua especialidade - a educação. Ela acompanhou a tramitação da LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação) com aprovação por unanimidade de um DVS (Destaque de Votação em Separado) sobre a organização curricular do ensino em ciclos com base em sólidos argumentos pedagógicos. Agora, dentre vários outros projetos que relata ou propõe, salienta-se o que inclui os alunos de 6 anos no ensino fundamental, com significativas conseqüências para o encaminhamento dos graves problemas de educação no Brasil.

guibert@ajato.com.br