PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: 
ANÁLISE DE INFORMAÇÕES OBJETIVANDO DEFINIR 
O MEIO MAIS INDICADO PARA SER UTILIZADO EM CURSOS DE 
CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL



Prof. Marcos B. L. Dalmau, M.Eng. 
Universidade Federal de Santa Catarina
marcosdalmau@bol.com.br

Prof. Eduardo Lobo, Dr. 
Universidade Federal de Santa Catarina

elobo@icablenet.com.br

Prof. Amir Mattar Valente, Dr.
Universidade Federal de Santa Catarina

valente@mbox1.ufsc.br

 

(Texto original com imagens: clique aqui)


A era do conhecimento trouxe para as empresas, a princípio, duas situações inusitadas. A primeira foi o término da previsibilidade dos ambientes, o que resultou em uma reestruturação complexa de modelos gerenciais adotados. A segunda, por sua vez, ainda vem ganhando notoriedade, visto que a relação produtividade/capital humano está obrigando algumas empresas a transformarem seus ainda mais suas práticas voltadas para capacitação profissional. Como meio de melhorar o acesso a informações, a educação a distância vem ganhando maior espaço em virtude da inevitável evolução das novas tecnologias, mas também por poder proporcionar um meio tão útil quanto o próprio presencial. Para tanto, parte-se do pressuposto que a definição do meio mais adequado é resultado de um processo de planejamento, onde a análise dos componentes tende a ser realizada focando a maximização do processo de ensino/aprendizagem. Neste sentido, este artigo objetiva contextualizar a importância do planejamento destinado ao processo de capacitação profissional, salientando sob o ponto de vista administrativo, as diversas variáveis consideradas para a definição do meio mais indicado para oferecer os mesmos.

The knowledge era has brought to the enterprises at least two unusual situations: The end of the possibility of preview scenarios, causing complex changes in the regular managerial models. The second situation is referred to the relationship between “human capital”, called human resources and also the productivity.  The study of this relationship has leading enterprises to transform and review its solutions for professional formation. In order to improve the information access, distance education has growing mainly due to new technology, and also due to its power to in some examples substitute the face-to-face model. It is assumed that the definition of the most adequate mean is a result of an accurate planning and design process in which the analysis of its components tend to be taken considering the maximization of the teaching/learning process.  This paper focuses the environment in which the planning process is located and also discusses the importance of designing and planning for the professional formation courses. Under the administrative view, many variables are considered to define the proper way to offer and deliver those courses.

INTRODUÇÃO

            A globalização e a diminuição das barreiras físicas através do uso de novas tecnologias vêm permitindo algumas empresas disputarem posições pela preferência dos consumidores com outras com características similares ou não.

A necessidade de se obter vantagens competitivas para se destacar sobre as demais, além do tempo cada vez menor de respostas às mudanças provenientes das quedas de paradigmas, faz com que tais empresas se reestruturem para ganhar mais velocidade, organização e, principalmente,  para manterem seus profissionais capacitados para enfrentar as modificações exigidas.

A era do conhecimento introduziu nas empresas um cenário repleto de imprevisibilidades e, para tanto, está fazendo com que as mesmas repensem seus modelos de gestão, caso queiram continuar competitivas.

Por outro lado, trouxe a possibilidade de um novo direcionamento para as organizações interessadas em permanecer poderosas e detentoras de riquezas, sejam elas materiais ou não, através da valorização do capital intelectual dos seus profissionais que, de certa forma, representa uma mudança nos conceitos de riqueza e poder TOFFLER (1990).   

Com o advento e utilização de novas tecnologias no cenário empresarial, percebeu-se que as distâncias físicas ficaram menores e a quantidade de informações, por sua vez, aumentaram e passaram a ser transmitidas instantaneamente.

Para tanto, de acordo com GARVIN (1993), percebe-se que as organizações estão priorizando mecanismos que permitam a transferência de conhecimentos, através de um gerenciamento racional de tempo e recursos, além de buscar soluções que atendam as características cognitivas das pessoas que terão acesso a uma gama de informações.

A utilização da educação a distância pelas empresas vem demonstrando que este meio proporciona condições de resolução de determinados problemas Entretanto, cabe salientar que assim como o meio presencial, deve ser planejado considerando determinadas características pertinentes ao processo.

Esse artigo representa uma síntese de estudos dedicados sobre o assunto, bem como fazem parte do know-how de profissionais da área.

 

A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

 A educação a distância pode ser considerada um meio, e não um fim capaz de solucionar alguns dos problemas mais complexos das organizações de hoje referentes à capacitação profissional. Por possuir princípios diferentes do meio presencial, exigindo uma postura mais participativa por parte dos alunos e um processo de acompanhamento maior para não desmotivar os mesmos, percebe-se que este meio está se consolidando em áreas onde o presencial apresenta certas limitações tais como características de flexibilidade de espaço e tempo.

O fenômeno da educação no ambiente corporativo faz com que se haja uma compreensão inicial da utilização da educação a distância. WICK (1997) ao comentar que, no atual mundo dos negócios, o foco do aprendizado está se deslocando do ensino em sala de aula para o aprendizado no próprio local de trabalho, demonstra que  diversos fatores estão direta ou indiretamente ligados. Conforme ressaltado por DALMAU (2001), a economia, velocidade, alcance, metodologias utilizadas, dentre outros, podem ser considerados diferenciais realmente percebidos pelas empresas. 

O famoso exemplo do deslocamento de um grande grupo de funcionários para participar de aulas presenciais em outras localidades, faz-se necessário. Tem-se na substituição destes profissionais, bem como, no pagamento dos salários dos mesmos sem que eles estejam efetivamente trabalhando, um considerável aumento de custos fixos, o que nem sempre é um fator atrativo para as organizações.

Ao analisar o problema sob uma questão pessoal, do profissional, percebe-se conforme salientado por MOORE (1996), que o grande diferencial da educação a distância está em proporcionar ao aluno a opção de escolher o  próprio local e horário de estudo. Todavia, tal afirmação deve levar em consideração as características do programa de capacitação como um todo, visto que os mesmos devem ser customizados às necessidades dos clientes, possibilitando ganhos em tempo e adequação no atendimento a demandas específicas, que não estejam contempladas a contento em estruturas educacionais tradicionais BATES (1997).

Talvez seja por isso que atualmente algumas empresas têm utilizado os dois meios. A preocupação por contemplar os objetivos, seja utilizando o meio presencial ou a distância, faz com que o processo de planejamento seja enfatizado e priorizado, facilitando e melhorando os modelos de gestão.

 

O PROCESSO DE PLANEJAMENTO

 Conforme abordado por PORTER (1997), o processo de planejamento e o da construção de cursos através da utilização de meios tecnológicos capazes de levar em conta as bases científicas do conhecimento, deve considerar certas variáveis que são:

 

a) Público

A obtenção de informações capazes de possibilitar uma visualização do perfil dos estudantes, seus anseios, suas necessidades, enfim, características que demonstrem quem realmente serão os usuários finais do produto/serviço, torna-se necessário para melhor adequar as demais variáveis do projeto.

A necessidade de se conseguir dados referentes ao perfil social, cultural e econômico do candidato além de seu real interesse em relação ao curso, seus objetivos, proporciona uma facilidade na escolha das melhores técnicas metodológicas e ferramentais para propagação do meio.

Em seu artigo sobre segmentação de mercado, KOTLER (1998) demonstrou que se pode traçar o perfil de um determinado público alvo através da utilização de grupos de variáveis de segmentação.

A segmentação de mercado, conforme mencionado por PORTER (1996), tende a auxiliar os participantes do processo de criação do curso a encontrar um enfoque, capaz de satisfazer as necessidades de um mercado  altamente promissor.

A divisão do público alvo em segmentos possibilitará uma análise em nível micro, o que certamente gerará um aprofundamento maior e conseqüentemente uma interpretação mais completa, concretizando os parâmetros de tomada de decisão.

De acordo com KOTLER (1998), as segmentações podem ser:

 

Segmentação Geográfica

A segmentação geográfica propõe dividir o mercado em unidades geográficas diferentes, tais como países, estados, cidades, bairros, etc. Pode-se operar em uma ou mais áreas geográficas, porém, deve-se ter cuidado nas variações locais em termos de necessidades e preferências.

A utilização de dados pertencentes à segmentação geográfica proporciona uma melhor adequação no planejamento dos cursos a distância, visto que geralmente se obtém um número mais preciso do público alvo.

O perfil socioeconômico trabalha com a visualização das classes sociais e os seus níveis de renda. No entanto, existem outros indicadores de classe social, o que significa que o pesquisador deverá tomar um cuidado especial no cruzamento de informações. Os outros indicadores são, por exemplo, escolaridade, renda, ocupação profissional, acessibilidade tecnológica, etc.

 

Segmentação Psicográfica

Neste tipo de segmentação, as pessoas são divididas em grupos diferentes baseados em estilos de vida, personalidade ou outros atributos. Neste caso, elas podem pertencer a um mesmo grupo geográfico, porém, terem diferentes anseios.

Desta forma, as variáveis mais analisadas são estilo de vida, personalidade e outras que demonstram preferências declaradas.

 

Segmentação Comportamental

Neste caso, as pessoas são divididas em grupos, tomando-se como base seus conhecimentos, atitudes, usos ou respostas para um produto, dentre outros.

Este tipo de segmentação costuma ser utilizado também na adequação dos cursos a distância visto que tais dados demonstram respostas mais específicas à utilização de meios tecnológicos ou então, à qualidade do curso, por exemplo, apontando assim eventuais questões que deverão ser trabalhadas no decorrer do processo.

 

b) Conteúdo adequado

Segundo LEITE&SILVA (Capturado em 12/99), um curso a distância com um conteúdo adequado muitas vezes supera as deficiências da tecnologia. Para tanto, são necessárias diferentes habilidades de apresentação da informação e de planejamento, desenvolvimento e avaliação de estratégias de ensino.

Essa nova realidade impõe a necessidade de que o processo educativo seja revisto e que sejam descobertos novos espaços para aprendizagem através de tecnologias.  Por esse motivo, os professores que trabalharão fornecendo os conteúdos teóricos deverão estar abertos a um novo tipo de atividade.

Para se criar um curso com um conteúdo adequado, recomenda-se contar com uma equipe multidisciplinar para que as atividades sejam abordadas sob vários enfoques e realidades profissionais, fatores esses que tendem a proporcionar um desenvolvimento de linguagem de acordo com o contexto preestabelecido PORTER (1997).

Os conteúdos, quando prontos, deverão estar sempre acessíveis aos alunos, visto que no meio a distância deve-se considerar os aspectos referentes à consulta e usabilidade. A necessidade de se criar estruturas que permitam maiores participações e manuseio do material por parte dos alunos torna-se imprescindível por questões motivacionais, pois trabalhando com a percepção dos mesmos mediante construção gradativa do conhecimento, percebe-se que os índices de evasão são menores.

Os alunos nos cursos a distância vivenciam a aprendizagem de maneira diferente do ensino presencial. Portanto, têm uma perspectiva diferente daqueles que não estão separados do local físico de instrução. Neste sentido, deve-se adequar o conteúdo a ser ministrado e estar atento aos possíveis obstáculos psicológicos, sociais e técnicos por parte dos usuários.

 

c) Meios tecnológicos

Os meios tecnológicos utilizados para levar os conteúdos para os alunos a distância são definidos conforme características oriundas do público alvo.

No processo de planejamento, deve-se também levar em consideração aspectos relacionados ao custo, acessibilidade física e temporal por parte dos usuários e compatibilidade entre conteúdo e ferramenta, onde conforme o tipo e propósito do curso, determinará a tecnologia mais adequada.

De acordo com LOBO (xx), as mídias mais utilizadas são:

 

Internet

A internet pode ser considerada um dos meios mais atrativos para as empresas na análise custo/benefício. Por proporcionar um acesso a informações a qualquer hora (síncrona e assíncrona), não necessitando de equipamentos alternativos de recepção, e por permitir a usabilidade simultânea de inúmeras pessoas em diversos locais diferentes, percebe-se os motivos pelos quais as organizações vêm utilizando esta mídia. Por outro lado, a internet necessita de largura de banda para trabalhar bem com imagens, fator esse que pode prejudicar determinados tipos de curso. Neste sentido, as empresas procuram unir as potencialidades desta mídia com outras, satisfazendo assim suas necessidades de capacitação profissional.

 

Videoconferência

A videoconferência oferece uma solução acessível à necessidade de comunicação direta, visual e sonora das partes envolvidas, com sistemas que permitem transmitir  informações entre pontos ou zonas diferentes, através de linhas físicas ou links de satélite e microondas, isso a custos cada vez mais baixos e com sinais de melhor qualidade.

No contexto corporativo, percebe-se que algumas vêm utilizando esta mídia tais como Petrobras,  FIAT, Eletronorte, dentre outras, por proporcionar maior interatividade entre os profissionais ao mesmo tempo, estejam eles alocados em quaisquer unidades espalhadas pelo país.

 

Teleconferência

É o termo que designa, no Brasil, a recepção por antena parabólica ou cabo, no qual os espectadores interagem com os participantes do estúdio fazendo perguntas e intervenções por telefone, fax ou correio eletrônico.

Se comparada com a videoconferência, a teleconferência não oferece tanta interatividade entre os usuários. Por outro lado, tem a vantagem de possibilitar o atendimento simultâneo de pessoas espalhadas em vários pontos do país, fator este que barateia ainda mais o custo da operação pois se trabalha com ganhos de escala. Recomenda-se utilizar esta ferramenta para uma quantidade considerável de pessoas.

 

Vídeo-Aula

As Vídeo-aulas já foram mais utilizadas pelas empresas em seus cursos. Entretanto, com o advento de mídias de 3ª e 4ª gerações, as vídeo-aulas são mais usadas quando não se tem o acesso aos meios tecnológicos. Para a produção dos vídeos é necessário realizar análises dos perfis dos usuários, para que se consiga implementar a metodologia mais adequada para o caso.

O público das vídeo-aulas é bem diversificado abrangendo desde funcionários de empresas de transporte de carga a professores da rede pública de ensino, crianças e adolescentes. A produção dos vídeos é precedida de uma análise meticulosa do perfil dos clientes e das suas linguagem, a difusão e a metodologia de avaliação mais adequadas para cada caso.

Os custos de produção de um vídeo costumam ser muito altos por exigir equipamentos modernos, profissionais capacitados, roteiros bem elaborados, além de tempo e estrutura para a preparação do material. Desta forma, a relação custo vs benefício tende a indicar que o vídeo pode ser o material mais adequado para ser aplicado em cursos com grande número de alunos.

 

Material impresso

Mesmo com as tecnologias disponíveis hoje, o livro, a apostila e cadernos de atividade ainda são fundamentais na EAD. As informações impressas são versáteis e com uma alternativa de baixo custo. Elas permitem a posse permanente para consulta e uma leitura mais confortável, especialmente quando o texto é extenso. A utilização de textos impressos aliado a outras mídias potencializa os resultados da EAD.

O material impresso tende a ser uma mídia de baixo custo se comparada com as demais. Entretanto, o custo pode aumentar conforme a qualidade de produção desejada. O número de páginas também pode influenciar além da revisão e diagramação do material a ser produzido. Recomenda-se utilizar para qualquer quantidade de alunos.


d) Fases de implementação e controle

As fases de implementação e controle tendem a ser as mais críticas em virtude da importância da validação do modelo proposto. Nestas etapas as organizações poderão ter as suas primeiras impressões, conforme feedbacks transmitidos pelos alunos.

O hábito de registrar toda e qualquer informação referente ao curso proporcionará construir um histórico e principalmente, conhecimento de causa, fator esse que tende a diferenciar competitivamente uma organização fornecedora de cursos a distância.

Tais históricos deverão conter informações que variam desde o grau de satisfação gerado pelo oferecimento do curso até a mensuração dos meios pedagógicos e metodológicos. Acredita-se que desta maneira é possível realizar um controle de qualidade da estrutura do curso bem como, tornar o ato de planejar novas alternativas de suporte para o oferecimento destes, caso algo não saia de acordo com os objetivos dos usuários.

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

 

Ao se tratar do meio mais adequado ou indicado para desenvolver um programa de capacitação, a distância ou não, utilizando ou não a tecnologia, a fase de desenho instrucional deverá ser considerada, pois as quatro variáveis discutidas neste artigo devem ser tratadas sob o ponto de vista da pedagogia.

Com relação ao público, deve-se obrigatoriamente conhecer o seu perfil. Considerando a análise do conteúdo, torna-se de suma importância definir a melhor abordagem e a forma de tratá-lo. Ao se optar por utilizar determinado meio tecnológico, salienta-se a importância de se atender certos aspectos pedagógicos que definam e maximizem a adequação das mídias às necessidades do aluno/aprendiz, a adaptação do conteúdo, bem como o atendimento dos aspectos administrativos, dentre outros.

A fase de implementação de qualquer programa de capacitação que se utilize desta abordagem será mais segura na medida em que houver um desenho instrucional adequado e otimização de recursos e investimentos.

Tais afirmações ratificam a tendência atual para a formação de equipes multidisciplinares para todas as fases desde o desenho instrucional até as fases de implementação de programas e também na avaliação de impacto, que é outro tema importante a ser explorado em outra oportunidade.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

 

BATES, T. Restructuring the University for Technological change. Palestra apresentada no Seminário "What Kind of University?", the Carnegie Foundation for the Advancement of Teaching, Londres, 18-20 Junho, 1997.URL: http://bates.cstudies.ubc.ca/carnegie/carnegie.html.

 

DALMAU, M. B. L. Impactos da Utilização da Educação a Distância na Capacitação de Recursos Humanos Realizados pelas Empresas de Grande Porte. Dissertação de Mestrado. Engenharia de Produção. Universidade Federal de Santa Catarina, 2001.

 

GARVIN, D. Construindo uma Learning Organization. Revista Harvard Business Review, 1993.

 

KOTLER. P. Administração de Marketing. Ed. São Paulo: Atlas, 1998.

 

LEITE. L. S; SILVA. C. M. T. A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA CAPACITANDO PROFESSORES: EM BUSCA DE NOVOS ESPAÇOS PARA A APRENDIZAGEM. [on line]. Disponível na Internet via WWW. URL: http://www.intelecto.net/textos1.htm. Arquivo capturado em dezembro de 1999.            

 

LOBO, E. Modelos de Procedimento para Projetos de Capacitação de Recursos Humanos no Contexto Corporativo. Tese de Doutorado. Engenharia de Produção. Universidade Federal de Santa Catarina. 196 p., 2002.

 

MOORE, M. G., KEARSLEY, G. Distance education: a systems view. Belmont (USA): Wadsworth Publishing Company,1996.

 

PORTER, L. R. Creating the Virtual Classroom Distance Learning with the Internet. John Wiley & Sons, Inc. USA. 1997.

 

PORTER. M. Estratégia Competitiva: Técnicas para análise de indústrias e da concorrência. 7a ed. Rio de Janeiro: Campus, 1996.

 

TOFFLER, A. TOFFLER, H. Powershift As Mudanças do Poder: Um perfil da sociedade do século XXI pela análise das transformações na natureza do poder. 2 ed. Rio de Janeiro: Distribuidora Record de Serviços de Imprensa S.A., 1990.  

 

WICK, C. W; LEÓN, L. S. O Desafio do Aprendizado.  São Paulo: Nobel, 1997.